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O que é SEO?

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O que é SEO?

Após criar O SITE dos seus sonhos, 9 de cada 10 pessoas fazem a mesma pergunta: E agora, como fazer para as pessoas acessarem o meu site?

Bom, esta que seria a “Resposta do Milhão” pode ser abordada através de diversas frentes: Popularidade da Marca, Redes Sociais, Links Patrocinados, Campanhas, SEO e etc… Podemos dizer ainda que um trabalho em conjunto mostra-se muito mais eficiente do que quando tratado isoladamente. Porém, neste artigo iremos focar em apenas um deles, o SEO.

A sigla SEO de Search Engine Optimization ou como traduzido para o Português – Otimização de Mecanismo de Busca, é baseada na aplicação de diversas técnicas/estratégias em sites para serem melhor ranqueados nos mecanismos de busca, como o Google, Bing, Yahoo, UOL, entre outros.

Este conjunto técnicas/estratégias podem ser divididos em duas frentes: os fatores On-Page e os fatores Off-Page (ou link building). Todos os dias, milhões de “robôs” circulam em todos os sites da Internet, são eles que irão definir a sua posição nas buscas. Vamos entender agora alguns destes parâmetros:

Os fatores On-Page caracterizam-se por técnicas que alteram ou melhoram aspectos internos do site. Entre eles podemos listar:

  • Atributo “alt” em imagens
  • Domínio
  • Títulos das páginas
  • Meta tags, especialmente a Meta Description
  • Heading tags
  • URL do arquivo
  • Conteúdo
  • Entre outros.

Com relação aos fatores Off-Page (link building) que são “configurados” fora da página, podemos listar:

  • Texto âncora dos links externos
  • Número de links externos
  • Qualidade dos links externos

Vale ressaltar, que apesar de que os elementos citados acima sejam primordiais em qualquer estratégia de otimização de SEO, existem centenas de outros fatores que são levados em consideração para o posicionamento de um site. Somente o Google usa mais de 200 fatores deles, e de tempos em tempos, realiza atualizações para aprimorar a entrega de conteúdo aos usuários. Conheça abaixo algumas destas atualizações e seus impactos:

Florida (2003)

A Florida foi a primeira grande atualização do Google e é considerada a atualização que colocou o SEO no mapa.

Quando lançada, removeu entre 50 e 98% dos sites listados anteriormente. O alvo eram sites de baixa qualidade (principalmente de afiliados), que praticavam keyword stuffing, com domínios que continham palavras-chave exatas e com uma rede de links apontando para a página inicial do site.

Panda (2011)

O Panda foi uma grande atualização que afetou quase 12% dos resultados de pesquisa. O objetivo era penalizar sites com conteúdo de baixa qualidade, explorando muitos anúncios e sites presentes em content farms. Desde então, suas atualizações foram sempre focadas na qualidade do conteúdo dos sites.

Depois de 27 atualizações impactando nos resultados de busca, recebeu a última delas em 2015. O Panda 4.2 foi apenas uma atualização de banco de dados, mas que acabou impactando muitos sites que ainda produziam conteúdo de baixíssima qualidade.

Penguin (2012)

Também conhecida na época como Webspam Update, o Penguin foi a atualização responsável por conter o excesso de otimizações no conteúdo. No seu lançamento impactou aproximadamente 3,1% dos resultados de buscas em inglês.

Seu objetivo é identificar e penalizar sites que praticam keyword stuffing e que participam de esquemas para gerar links (técnicas consideradas black hat).

Assim como o Panda, essa atualização do algoritmo passou por uma série de melhorias e lançamentos, até chegar na sua versão 4.0 (2016), quando oficialmente fez parte do algoritmo do Google e começou a atuar em tempo real.

Hummingbird (2013)

Diferentemente dos seus amigos que vieram anteriormente, a atualização Hummingbird não foi apenas um complemento ao algoritmo do Google, mas foi uma completa revisão dele.

Com a atualização, os resultados de buscas para os usuários vão muito além da palavra-chave: o buscador considera não só os termos buscados, mas também todo o seu universo semântico, como o significado daquela busca, incluindo sinônimos e o contexto em que os termos estão inseridos nas páginas e também outros fatores mais complexos, como a localização do usuário e até mesmo pesquisas anteriores realizadas por ele.

Tudo isso é feito para tornar os resultados apresentados cada vez mais relacionados com a verdadeira intenção de busca do usuário, e não somente pelas palavras da sua busca.

HTTPS/SSL Update (2014)

Depois de alertar e incentivar muito os webmasters a investirem em segurança, em 2014 o Google anunciou que HTTPS estava se tornando um fator de ranqueamento, uma forma de incentivar a migração da comunidade online e assim tornar a web mais segura.

Esse incentivo se deve porque sites que possuem certificado SSL (e assim migram para HTTPS) utilizam informações criptografadas, o que impede que os dados sejam identificados no meio do caminho, caso interceptados

Mobile Friendly Update – Mobilegeddon (2015)

A atualização do Google para dispositivos móveis ficou conhecida como Mobilegeddon (referência ao filme Armageddon) pelo impacto que os especialistas acreditavam que iria causar. Na prática, porém, o impacto não foi tão grande.

Em resumo, a atualização começou a priorizar sites amigáveis para mecanismos de busca nas pesquisas realizadas em dispositivos móveis, sem considerar se o site era mais ou menos adaptado em dispositivos móveis: ou era ou não era.

Em 2016 o Google lançou uma nova atualização mobile friendly, que teve um impacto nos rankings inferior à primeira, segundo os webmasters (o principal motivo era que a maioria dos sites já era adaptado).

Rankbrain (2015)

Em 2015 o Google anunciou que um sistema que utilizava machine learning e inteligência artificial foi oficialmente incorporado ao seu algoritmo para ajudar na interpretação e apresentação dos resultados de busca: o Rankbrain.

De acordo com o próprio Google, o sistema se tornou um dos 3 principais fatores de ranqueamento, junto com links e conteúdo. Mas, diferentemente dos outros 2 fatores, era mais difícil otimizar seu site para essa inteligência. O que podia ser feito era explorar as palavras que faziam parte da semântica dos conteúdos e deixar claro todo o contexto do seu conteúdo.

Fred (2017)

A atualização Fred foi lançada para identificar sites com conteúdo de baixa qualidade e muitos banners de propaganda.

Segundo John Mueller, webmaster trends analyst do Google na época, “se você estiver seguindo boas práticas de SEO, o único motivo para penalização do seu site é a baixa qualidade de conteúdo”.

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